Um homicídio brutal em Charlotte (EUA) está a chocar a opinião pública. Decarlos Brown Jr., 34 anos, foi acusado de matar Iryna Zarutska, uma refugiada ucraniana de 23 anos, num comboio ligeiro no passado mês de agosto.
O ataque foi aleatório: vítima e agressor não se conheciam. Da prisão, Brown afirmou à irmã que não foi responsável pelo ato, alegando que o governo lhe teria implantado “materiais” no corpo que controlam as suas ações. “Não fui eu que fiz aquilo. Fizeram-me fazer”, disse, acrescentando que queria ir ao hospital para “remover” esses materiais.
A família revelou que Brown sofre de esquizofrenia paranóide. A irmã garante ter tentado interná-lo várias vezes, mas o sistema libertava-o em menos de 24 horas. O historial criminal do suspeito é longo, com acusações anteriores de roubo armado, invasão e furtos.




